A ajuda humanitária causará a quebra nas Forças Armadas Venezuelanas

A Grande Aliança Nacional – GANA – dirige-se ao povo venezuelano neste momento histórico, para enviar uma mensagem de esperança e de triunfo. Desde o passado 23 de janeiro, há apenas uma semana, quando o presidente Juan Guaidó se juramentou, aconteceram coisas maravilhosas.

O povo está unido e emocionado em torno de um ideal: a saída de Maduro e a volta da liberdade. Os países civilizados também estão unidos, apoiando Guaidó e rechaçando a tirania. Já contamos com novos representantes diplomáticos reconhecidos internacionalmente. Além disso, começou a se produzir a quebra do regime, com o pronunciamento de funcionários em favor do Presidente Interino Juan Guaidó.

Entretanto, não podemos baixar a guarda porque setores do chavismo, dirigidos por Diosdado Cabello, fomentam a violência. Simultaneamente, há colaboracionistas já conhecidos, que pretendem promover um novo diálogo sem condições prévias. Uns e outros só procuram adiar o desenlace.

Por motivo do levante de Cotiza (Caracas), os sublevados confessaram estar sofrendo as mesmas calamidades que  sofrem o resto dos venezuelanos. Denunciaram, ademais, que os altos comandos “se enchem de dinheiro”, enquanto eles carecem de casa, comida e soldos dignos. Em outras palavras, os militares de Cotiza mostraram a existência de uma fratura dentro das Forças Armadas.

Por isso se faz necessário concretizar a chegada da ajuda humanitária, como já anunciou o presidente Guaidó. Quando os alimentos e os medicamentos chegarem ao país, os soldados terão que decidir entre disparar no povo humilde ou colaborar na distribuição dos alimentos. Estamos seguros de que optarão pela segunda opção.

Por esses motivos, GANA considera que materializar a ajuda humanitária deve ser a primeira prioridade, tanto do governo interino de Guaidó, quanto da Assembléia Nacional. Do mesmo modo, nossos recém-nomeados representantes diplomáticos devem ter como sua missão mais importante, coordenar essa ajuda humanitária com os países aliados.

Nesse momento, é utópico que se possam realizar eleições sérias. É apressado o lançamento de candidaturas. Para que isso ocorra, o primordial é continuar apoiando o governo de transição.

Nada nem ninguém nos impedirá de alcançar a libertação da Venezuela. Sigamos adiante, com entusiasmo e fé no triunfo!

Enrique Aristeguieta Gramcko

Presidente de GANA

Tradução: Graça Salgueiro

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2 comentarios sobre “A ajuda humanitária causará a quebra nas Forças Armadas Venezuelanas”

  1. La cúpula del régimen chavista quiere aplicar una estrategia que les evite la prisión, ante las denuncias de crímenes cometidos de lesa humanidad y la escalada de violencia que deberían juzgar cortes nacionales e internacionales. Para destrabar definitivamente la larga crisis venezolana, Nicolás Maduro, incluyendo a sus cómplices más directos: sus familiares y su cúpula, buscan obtener UN SALVOCONDUCTO más que cualquier otra opción, porque les permitiría dejar el poder sin correr el riesgo de terminar en la cárcel. La gente está clarísima que el origen de esta tragedia y su solución, son consecuencia de la permanencia del régimen criminal en el poder, pero no por ello, está dispuesta a que se libere a Venezuela a costa de IMPUNIDAD TOTAL.

  2. El presidente encargado de Venezuela, Juan Guaidó, prometió a China que cumplirá los acuerdos bilaterales y dijo que estaba dispuesto a iniciar el diálogo con Pekín “tan pronto como sea posible”. La Patilla. 02/02/2019.
    El Art.312 CRBV le da la función de revisar y autorizar deuda a la @AsambleaVE. La deuda (para que sea legal) deber ser aprobada (previamente) por la @AsambleaVE. El Parlamento no debe avalar la “irresponsabilidad del Gobierno”. “La @AsambleaVE no firmará un cheque en blanco al populismo y a la irresponsabilidad del Gobierno”. ”Hoy cada venezolano que pasa hambre o come de la basura debe pagar $120mil millones, por la cantidad de dólares que fueron malversados. No se trata de reconocer o no la Deuda Externa, se trata de no pagar deuda ilegalmente contraída por un gobierno forajido. ¿Por qué, desde un principio no le dijo a los chinos (y a los Rusos) que el Parlamento revisaría todos los Contratos y Convenios suscritos para determinar su legalidad?. Si gran parte del mundo nos apoyan en nuestra lucha por rescatar la democracia para este país, ¿qué vale que China (o los Rusos) no lo haga? “Los gobiernos socialistas siempre provocan un desastre financiero. Siempre se les acaba en algún momento el dinero ajeno”. Quiero seguir pensando que la @AsambleaVE actual es el único poder apegado a la legalidad y no otro antro acomodaticio para violar la Constitución y sus propias leyes.

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